Festival do Rio 2013 - Dia 09/10 » Comentários

por Victor Nascimento | 17 out 2013

"A Despedida", "O Super Formiga", "Apenas Deus Perdoa", "Paraíso" e "Fontes de Vida".


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A Despedida

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Filme interessante pra crianças. É bom que se tenha mais conteúdo direcionado pra esse público, entretanto, poderia ter sido melhor desenvolvido e cuidadoso no que diz respeito à coisas que (não) fazem sentido pra nenhuma idade.

Diretor(a): Lucas Ogasawara

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O Super-Formiga

O Super-Formiga -

“O Homem-Aranha” pra crianças, no entanto, até que divertido pra um filme de muitas similaridades com o do Peter Park original. De qualquer forma, esconder não é a intenção do longa de pouco mais de 75 minutos. Diverte!

Diretor(a): Ask Hasselbalch

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Apenas Deus perdoa

Apenas Deus perdoa -

Festival do Rio 2013, 09/10, 16:00 hrs. Fila grande na porta da sala 1 do Estação Botafogo. Por ser O Festival do Rio, é comum encontrarmos sessões cheias mesmo em dia da semana, porém, o real motivo da grande procura pro filme tinha um nome, Ryan Gosling. Ok, por ter sido dirigido também por Nicolas Winding Refn - do excelente “Drive” - também conta, mas não se pode negar a força que o queridinho atual da América ainda tem. Ainda.

Mal falado por onde tem passado, o longa parece fazer questão de mostrar o porquê logo em sua abertura, mas, ao passo que os minutos correm, é possível construir uma imagem forte do que vem pela frente. De trilha sonora grandiosamente equivocada, direção inacreditável e atuações vindas do suprassumo do Troféu Framboesa, Refn resolve destruir a moral que ganhou com seu último sucesso. O ritmo do filme dá a sensação de uma agoniante morte lenta e uma mal feita cena de tortura no meio do filme parece ter sido a gota d’água pra mais ou menos 10 pessoas na plateia.

Gosling parece ter traçado seu objetivo de carreira. O Nicolas Cage da nova geração está tão expressivo quanto uma estátua, logo, uma indicação ao Oscar não surpreenderia. Entretanto, há um grande duelo de atuações quando sua personagem encontra o deu sua mãe, XXX (YYY), cujo visual é algo como Walesca Popozuda em cenários de Gaby Amarantos.

Uma coisa boa que se pode dizer sobre o filme é que seu visual é bonito. Na verdade, uma evolução do que já tinha sido usado em “Drive”, porém, é difícil de se deixar encantar pelo visual quando o conteúdo é, além de patético, mal montado e produzido, eliminando todas as possibilidades de ser levado a sério, mesmo que tivesse sido uma homenagem há algum estilo de cinema antigo.

Diretor(a): Nicolas Winding Refn

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Paraíso

Paraíso -

Filme que inacreditavelmente nunca tinha sido feito, afinal não precisa ser um grande gênio pra pensar num filme onde um casal de gordinhos decide entrar num programa de dieta mas apenas um deles emagrece enquanto o outro se afunda na humilhação e retrocede. Entretanto, ainda assim um filme precisa descobrir sua identidade além roteiro/ideia original e “Paraíso” fez isso brilhantemente.

O elenco atingiu o objetivo, a forma de se contar a estória foi certeira, direção e montagem muito eficientes e mesmo pra um filme, digamos, leve, há muitas questões pra se pensar.

Diretor(a): Mariana Chenillo

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Fontes da Vida

Fontes da Vida -

Por ser um filme de duração acima da média, deixa a desejar no que cabe à conclusão da estória, afinal, desde o princípio temos o protagonista de uma das épocas do filme narrando a trajetória de sua família. Porém, acaba quando menos se espera, o que é um tanto decepcionante já que tinha sido eficiente até então. No todo, “Fontes de Vida” mostra-se um filme leve sobre coisas duras da vida.

Diretor(a): Oskar Roehler

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