Últimas Críticas

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N/A T-Kritz

A história de Assaf é riquíssima porque também abalou as estruturas políticas de onde veio, jogando os holofotes especialmente pelo modo de vida precário e opressor dos palestinos. O problema é que “O Ídolo” passa quase batido por essas características do biografado, preferindo priorizar o lado edificante de sua jovem e expressiva trajetória.

N/A T-Kritz

Em “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins tem a ilusão de que está mudando os paradigmas do protagonismo feminino, mas a sua direção não exerce resultados efetivos. Ao contrário, pois a história, a ação e a costura não têm qualquer assinatura autoral.

N/A T-Kritz

É como se tudo o que de ruim que se espera de um filme família (as velhas rixas entre crianças e adultos, as prendas, as escatologias) desse lugar a algo muito mais afetuoso e possível para o contexto.

N/A T-Kritz

Alex Kurtzman consegue corresponder somente ao que se espera de uma ação com computação gráfica ao menos razoável, nada contribuindo para outros fatores essenciais de uma boa aventura, como a construção de personagem.

N/A T-Kritz


Recuperando o otimismo e a leveza que são frequentemente esquecidas pelas adaptações de HQs, [...] Mulher-Maravilha é uma obra representativa sem ser tendenciosa, inocente sem ser estúpida e inspiradora sem ser irresponsável nos valores que pretende transmitir, transformando-se numa adição importante para a História dos filmes de super-heróis.

N/A T-Kritz

A boa notícia é que sim, este A Vingança de Salazar é capaz de divertir moderadamente e remeter aos bons tempos onde a franquia se mostrava eficaz; a má é que está mais evidente do que nunca que a franquia não tem mais nada de novo a oferecer e que Jack Sparrow está longe de ser a figura irresistível que era no primeiro capítulo da série.

N/A T-Kritz

É uma pena que o fardo de carregar “A Vingança de Salazar” esteja a cargo da dupla de noruegueses Espen Sandberg e Joachim Rønning, aqui fazendo malabarismos com uma narrativa tão aquém de uma visão tão refinada para algo envolto a paredes de green screen.

N/A T-Kritz

Rei Arthur não só obriga o espectador a acompanhar personagens aborrecidos e situações desinteressantes como ainda se julga bem-sucedido ao reinventar a lenda do herói, mostrando-se incapaz de reconhecer que o resultado de seus esforços não passa de uma tentativa fracassada de trazer novidades a uma história exaustivamente repetida.

N/A T-Kritz

O que Corra! (ou Get Out) consegue fazer é uma união de gênero e tema onde ambos só têm a ganhar, apresentando-se ao mesmo tempo como um terror divertidamente satírico e uma declaração anti-racismo adoravelmente caricata.

N/A T-Kritz

Tensão racial é um excelente tema para refletir o horror dos nossos tempos. Ainda assim, é no tom quase satírico que Peele alfineta com mais intensidade uma sociedade ainda movida por retrocessos.

N/A T-Kritz

Se “Rei Arthur: A Lenda da Espada” sepulta aquele “Rei Arthur” feito em 2004 por Antoine Fuqua, é certo que daqui a 10 anos alguém fará o mesmo com o filme de Guy Ritchie.

N/A T-Kritz

Filme de estreia de J.C. Feyer, “O Rastro” é mais uma das tentativas recentes para provar que brasileiro também sabe fazer filme de terror, mas com resultados que muitas vezes não vão muito além da boa intenção.

N/A T-Kritz

Depois de conferir Alien: Covenant, a impressão que fica é de que nada restou do bom e velho Ridley Scott. [...] Talvez já seja a hora da série se aposentar de vez das telas de cinema, pois não há nada que salve este desastre.

N/A T-Kritz

Quanto mais Ridley Scott busca explorar as relações entre criador e criatura, mais prova desconhecer a forma perfeita que concebeu há quase 40 anos.

N/A T-Kritz

Com essa premissa, a produção, com censura 12 anos, é ofertada como um programa família, e a sensação é a mesma de tomar cerveja sem álcool.

23 T-Kritz

Segue alimentando a mentalidade de macho burro e retrógrado que também foi promovida por Cinquenta Tons de Cinza, conseguindo a incrível "proeza" de ser ainda pior do que o antecessor (e acreditem: isto é um feito inacreditável).

N/A T-Kritz

Guardiões da Galáxia vol. 2 repete a dose do humor sarcástico do diretor e roteirista James Gunn, que tem um sensível cuidado com cada personagem e suas respectivas histórias em particular, tendo um desenvolvimento individual e coletivo extremamente funcional.

N/A T-Kritz

Resgatando a personalidade irreverente que fez do Vol. 1 uma grata surpresa, Guardiões da Galáxia Vol. 2 também sabe adicionar carga dramática ao grupo sem nunca trair o espírito sarcástico dos anti-heróis, lidando com questões como paternidade, amizade e o apego familiar com uma sensibilidade comovente e sincera.

N/A T-Kritz
Vale um adendo para as mulheres que questionam os padrões dos manequins: aqui, o combate de um preconceito acaba alimentando vários outros.
N/A T-Kritz

Se estabelecendo como o ponto mais alto de uma franquia que já perdeu e recuperou a mão várias vezes, Velozes e Furiosos 8 funciona bem dentro de suas pretensões e diverte a partir de bobagens absurdas, comprovando que a série só tem a ganhar quando investe descaradamente na insanidade de seu universo e dos personagens.