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Uma Ladra sem Limites » Críticas

Estreia: 10 de maio de 2013
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T-Kritz
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Críticas

11 críticas

Na verdade, embora tente emular a "cultura do awesome" das comédias de hoje em dia (tudo é adrenalina, a trilha é só música de festinha), até que Uma Ladra sem Limites termina sendo bem chato, economizando nas gags e confundindo reconciliação com lição de moral e pregação.

(...) as quase 2 horas de duração, parte desperdiçada na subtrama criminal desnecessária, arrastam a narrativa rumo a um final óbvio, nada inventivo ou crível (como o restante)

Melissa McCarthy escapa com alguma classe do fiasco, cujo roteiro se mostra bem sem graça.

Com seus dois protagonistas interpretando personagens que são praticamente si mesmos, o resultado acaba sendo um filme simpático e divertido, mas que rapidamente atinge o lugar-comum, a previsibilidade das situações cômicas e o excesso de conveniências.

Road movie repete fórmulas e não foge do moralismo convencional.

A química dos protagonistas Bateman e McCarthy é boa, mas o filme funciona melhor inicialmente, quando foca no confronto dos personagens. Outro grande erro de Uma Ladra Sem Limites é a humanização da personagem de McCarthy, lhe dando um passado trágico e uma desculpa para ser quem é.

Depois da interessante comédia Quero Matar Meu Chefe, Seth Gordon nos apresenta um besteirol sem compromisso que centra em uma certa caricatura da atriz Melissa McCarthy.

As muitas tentativas de arrancar humor das situações que se seguem não funcionam. A proximidade afetiva dos personagens também é mal desenvolvida. Sandy, e inexplicavelmente sua mulher, se convencem muito fácil de que Diana, afinal de contas, é só uma pobre coitada precisando de atenção. O espectador, no entanto, dificilmente entra nessa.

Dirigido por Seth Gordon (Quero matar meu chefe), Uma ladra sem limites é uma comédia de humor físico – daquele tipo que acha graça em colocar Melissa e Bateman atracados se estapeando, o que beira o pastelão.

Uma Ladra Sem Limites é simples, atual, não inova, tem sequências de ação (boas) e ritmo. Só não vá esperando muito porque você pode fazer parte do time que vai considerar o riso limitado.

“Identity thief” (no original) parece um filme esquizofrênico: investe em piadas escatológicas sem comprometimento com a realidade e também procura dar um excessivo tom dramático e realista à trama. A combinação entre esses dois extremos não funciona, produzindo piadas sem graça e momentos de pura sacarina enjoativa.