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Cavalo de Guerra » Críticas

Estreia: 06 de janeiro de 2012
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Críticas

30 críticas

(...) Cavalo de Guerra traz o diretor em um de seus momentos mais melodramáticos e artificiais – e seu desespero para levar o público às lágrimas é tamanho que chega a espantar que não tenha lançado uma versão em “4D” durante a qual uma bomba de gás lacrimogênio é arremessada na plateia.

Cavalo de Guerra é um grande filme, muito bem produzido e feito na medida para emocionar o espectador. A direção e toda a parte técnica esta impecável e faz com o espectador se conecte mais ainda com essa história peculiar. É um boa pedida para levar toda a família para os cinemas e aproveitar o que tem de melhor em um filme.

Dessa vez, ao levar para as telas a trajetória de um cavalo pelos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial, o diretor promete arrancar, ao invés de sustos, lágrimas do público. Lenços a postos!

De um diretor que representa tudo o que há de mais imaginativo e dinâmico na Sétima Arte, espera-se mais. Muito mais.

(...) Cavalo de Guerra é uma produção que se mantém dentro da zona de conforto de seu realizador, mas que por algum motivo se mostra aquém de seus trabalhos mais conceituados.

Longe de ser revolucionário, o novo Spielberg age com graça e leveza, cativando e conquistando o que se propôs de início. Claro que, nesta época de cinismo e do “chocar é bom”, este sensível conto poderá ser mal compreendido por muitos. O tempo fará justiça à sua beleza.

Cavalo de Guerra não somente pede pra você se emocionar. Ele implora. O que é uma pena, pois Spielberg conta uma história rica o suficiente por si só.

Meu conselho para quem for se aventurar por “Cavalo de Guerra” é que embarque com corações, olhos e ouvidos abertos para este sincero e inocente épico da sétima arte. A recompensa vale a pena.

Em 2012, o filme já sai como forte candidato ao Óscar desse ano e já está indicado ao Globo de Ouro. É com certeza um dos melhores filmes de Spielberg em anos e, é imperdível.

Cavalo de Guerra retorna à pureza dos filmes noventistas e traz consigo o que o criador de E.T. parecia ter perdido; a habilidade de emocionar e contar uma história que bate direto nos corações dos espectadores.

"Nem de longe pode ser considerado um filme ruim. Mas é mundano demais, e manipulativo ao extremo. É o tipo de cinema clichê que talvez não caiba mais ao público, esperto demais, de hoje. CAVALO DE GUERRA é aquele tipo de filme que te diz aonde exatamente deve rir, aonde exatamente deve chorar, e aonde deve se emocionar."

Um filme maduro do cineasta que tem vocação para filmes dessa natureza. Talvez não seja um ganhador de prêmios, de grande bilheteria ou mesmo de boas críticas, mas certamente tem tudo para agradar em cheio aos amantes do cinema que não tem medo de se deixarem levar pelas emoções que ele pode proporcionar.

Em mais de duas horas de projeção, somos guiados por uma direção super dispersa, afrontados pelo cúmulo da pieguice em doses cavalares: um filme de superação, claro

Talvez Cavalo de Guerra não seja um dos grandes filmes do diretor, mas é uma produção bonita e emocionante.

Vale lembrar que Cavalo de Guerra é uma fábula sobre um cavalo. Talvez por isso não soe estranho que os demais personagens se apresentem de forma tão unidimensional. É intencional.

(...) é inegável que Cavalo de Guerra recupera o melhor de uma tradição cinematográfica que visa envolver o espectador, tirá-lo do chão, mexer com suas emoções, contando com toda a pesquisa e recursos técnicos necessários, mas que não seriam nada se a história não fosse mesmo grandiosa e resplandecesse na pele dos atores.

‘Cavalo de Guerra’ (War Horse) é um drama daqueles de chorar até desidratar nas salas de cinema. Com a assinatura Steven Spielberg, o diretor dos consagrados Indiana Jones e E.T. abusa de tomadas lindas e do melodrama para narrar a saga do jovem Albert Narracott (Jeremy Irvine) e seu cavalo Joey.

Para os fãs de Spielberg ou cinéfilos saudosos dessas produções inocentes do passado,Cavalo de Guerra oferece uma emocionante viagem no tempo.

Cavalo de Guerra é filme de linhagem emotiva, daqueles encilhados para receber indicações, prêmios e que costumam fazer sucesso junto a uma boa parcela do público, com a cocheira sempre aberta para este gênero.

Grandioso e envolvente enquanto dura, funciona como alerta para a inutilidade dos grandes conflitos armados, para a importância da amizade e como um libelo em favor da proteção e melhores cuidados com os animais. Mas soa inevitavelmente como algo antigo, dos anos 80, empolado e superficial, como um imponente bolo de noiva (...).

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