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Assassin's Creed - O Filme » Críticas

Estreia: 12 de janeiro de 2017
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Críticas

9 críticas

O filme dirigido por Justin Kurzel, com um elenco recheado de talentos, tinha tudo para ser o primeiro longa decente adaptado de um videogame, mas, como em tentativas anteriores, se esqueceram do roteiro e do desenvolvimento dos personagens em prol de inúmeras sequências de ação.

Assassin's Creed é uma bagunça e, como fã dos jogos, é triste ver algo com tanto potencial desperdiçado assim. Embora o longa capture bem alguns elementos dos jogos, não têm ideia de como lidar com outros, especialmente as questões mais fantasiosas.

De vez em sempre, é bom relembrar: uma adaptação de um produto para uma nova mídia precisa funcionar sozinha. Independente do formato ou legião de fãs.

Ficção científica e fatos históricos são misturados, e o resultado é confuso. Como entretenimento, contudo, o longa-metragem segue a cartilha da moda e não faz feio: muita ação, estardalhaço e efeitos visuais em enredo de pouco conteúdo.

Cometendo o equívoco de passar muito mais tempo concentrando-se na chatice ocorrida na Abstergo e resumir a história de Aguillar a três sequências de ação razoáveis, mas que não trazem conteúdo algum e que não rendem nem meia hora de projeção, Assassin's Creed soa menos como filme e mais como um game que está sendo jogado por outra pessoa.

Os personagens do filme não ultrapassam uma certa opacidade, tornando a aventura mais morna do que se poderia esperar. E os efeitos, igualmente, não são nada demais, independentemente de se assistir ao filme na versão 3D ou não.

Assassin's Creed é um bom filme, independente se é uma adaptação ou não. Justin Kurzel e Michael Fassbender encontraram o equilíbrio entre reverência e liberdade à série, o que faz os personagens e o ambiente ter vida própria.

Assassin's Creed acerta nos visuais, na recriação do passado e nas cenas de ação, sendo uma pena que essa ambientação seja aquilo com o menor foco de atenção da narrativa, nos obrigando a gastar a maior parte do tempo em uma trama morosa com personagens pouco interessantes.

“Assassin’s Creed” na verdade não passa de um pretexto para Justin Kurzel exercer o seu egocentrismo dando ares shakespearianos a algo que não orna com essa intenção.